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Surfista 'havaiana' decide representar o Brasil no Circuito Mundial


A surfista Tatiana Weston-Webb, de 21 anos, anunciou sua decisão de representar o Brasil no Circuito Mundial de Surfe da World Surf League (WSL) e na preparação para os Jogos Olímpicos de 2020 em Tóquio.

Tatiana nasceu no Brasil mas se mudou para os Estados Unidos com dois anos de idade. O pai da atleta é britânico, e a mãe é brasileira. Ela possui dupla nacionalidade e sempre competiu representando o Havaí.

Tati competirá pelo Brasil pela primeira vez no quarto evento da WSL Championship Tour, que será justamente no país. Trata-se do Oi Rio Pro, que acontece no Rio de Janeiro entre os dias 11 a 20 de maio de 2018. Desta forma, o Brasil passa a ter duas surfistas no Circuito Mundial: a outra é Silvana Lima.

Confira abaixo a declaração de Tatiana Weston-Webb:

“Hoje tenho o prazer de anunciar que, seguindo em frente, estarei representando o Brasil tanto no WSL Championship Tour quanto na preparação para os Jogos Olímpicos de 2020 em Tóquio. Esta é uma decisão importante para mim e sobre a qual estou muito empolgada.

A maioria das pessoas não sabe que meu pai é da Inglaterra e minha mãe é do Brasil. Brasil onde eu nasci, mas eu me sinto verdadeiramente abençoada por ter sido criada na bela Kauai - tanto a comunidade quanto as ondas tiveram um grande papel na formação de quem eu sou como surfista e como pessoa. Sou muito grata por isso.

No entanto, o Brasil sempre foi uma parte importante de quem eu sou e, recentemente, fui abordado pelo Comitê Olímpico Brasileiro com a oportunidade de representar o país de uma maneira importante. Sempre foi um sonho meu competir nas Olimpíadas e quando o surfe foi anunciado como um esporte olímpico oficial, eu sabia que meu sonho tinha uma chance de se tornar realidade.

O Brasil possui uma grande parte do meu coração. Eu tenho família, amigos e uma quantidade incrível de apoio lá. É um lugar que sempre me fez sentir em casa e estou muito orgulhosa de representar um país tão incrível com tanta paixão e dedicação pelo nosso esporte. Embora essa mudança me dê a oportunidade de representar o Brasil em 2020, todas as vagas têm que ser conquistadas e vou tentar o meu melhor para me classificar como um dos poucos surfistas capazes de representar seus países nas Olimpíadas.

Eu me considero muito feliz por ter o apoio dos fãs do Havaí, do Brasil e do mundo. Obrigado a todos por entender, respeitar e apoiar minha decisão.

30 abr 2018


Por Redação
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