É fake! Corpo de Bombeiros não está selecionando trabalhadores


ma mensagem que vem circulando no WhatsApp promete vagas de emprego no Corpo de Bombeiros do DF sem a necessidade de experiência comprovada. De acordo com o texto, os salários variam de R$ 2.240,85 a R$ 6.714,06 e várias profissões são contempladas. Essas oportunidades de emprego são falsas, informa a corporação.

De acordo com os Bombeiros, essa mensagem tem como objetivo apenas roubar dados pessoais de quem realiza o cadastro. Nome completo e número de telefone são alguns dos pedidos feitos pelo site.

O CBMDF ainda alerta que todos os e-mails relativos a possíveis serviços de vistorias, análise de projetos e credenciamento são enviados pelo divis@cbm.df.gov.br e qualquer outro endereço é falso. A orientação é que a população observe os e-mails recebidos, com pedidos de pagamentos de taxas, e confiram o remetente da correspondência.

Em caso de dúvidas, o Corpo de Bombeiros pede que a população acesse o site ou entre em contato com a corporação de segunda a sexta-feira, das 13h às 18h, pelo WhatAapp, nos números (61) 98365-0289 para credenciamento; (61) 98365-0291, para vistoria; e Sistema SCIP – (61) 98365-0372, para o Sistema Segurança Contra Incêndio e Pânico (SCIP).

Veja a mensagem mentirosa:

 

Brasília

Artigos Recentes

21 janeiro, 2020
Ex-governador do DF Agnelo Queiroz é condenado definitivamente por improbidade administrativa

Processo é referente à inauguração do Centro Administrativo do Distrito Federal; não cabem mais recursos à decisão. Defesa diz que não vai comentar.

22 dezembro, 2019
Exército cerca Presídio Federal de Brasília após plano de fuga de Marcola

As informações sobre o plano de resgate do líder do Primeiro Comando da Capital (PCC) partiram de São Paulo

22 dezembro, 2019
Sexo “meia-boca” tem solução? Saiba se vale a pena insistir
em Brasil

Especialistas apontam quais questões comportamentais podem deixar uma transa ruim e como driblá-las

21 dezembro, 2019
Golpistas que fraudaram planos de saúde enganaram 87 freiras

Três religiosas morreram sem acesso aos serviços. Grupo é investigado pela Polícia Civil e pelo MPDFT